quinta-feira, 24 de julho de 2014

Piauí se destaca como 7º Estado do país com mais “ultra inteligentes”

O resultado do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), divulgado nesta sexta-feira (18), confirmou o que há muito se sabia no Piauí: somos destaque quando o assunto é educação. O Estado ficou em 7º lugar na pesquisa com maior número de alunos considerados ultra inteligentes.



Essa “linha” de estudante, dentro da realidade brasileira, são os que apresentam maior porcentagem do que a OCDE, grupo de nações ricas, chama de “top perfomers” no Pisa, teste internacional de educação. Assim, 1 em cada 100 estudantes no Piauí entram nesta categoria quando se trata de matemática.
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Segundo a OCDE, os “top performers” são capazes de “desenvolver e trabalhar com modelos de situações complexas, e trabalhar estrategicamente usando habilidades amplas, bem desenvolvidas de pensamento e raciocínio”.
Uma realidade cotidiana para apenas 0,8% dos estudantes brasileiros, na média. São, assim, uma exceção em um país onde quase 70% dos estudantes têm performance baixa e conseguem fazer apenas o elementar.
Para estar no topo, os alunos precisaram se situar entre os níveis 5 e 6 – o último - no Pisa 2012. Um dos mais importantes testes comparativos internacionais, ele é feito por alunos com cerca de 15 anos. No Brasil, quase 20 mil fizeram o teste nesta última edição.
Ficará triste, porém, quem comparar qualquer um dos números vistos nas imagens a seguir com a elite internacional. A categoria dos ultra inteligentes chega a 40% dos alunos de Singapura, 30,9% da Coreia do Sul e entre 15 e 25% em nações como Alemanha e Finlândia.


Veja a lista com Estados e seus resultados:

1º Espírito Santo – 2,2% dos estudantes são ultra inteligentes
2º Paraná – 1,8% dos estudantes são ultra inteligentes
3º Rio Grande do Norte – 1,8% dos estudantes são ultra inteligentes
4º Distrito Federal – 1,4% dos estudantes são ultra inteligentes
5º São Paulo – 1,1% dos estudantes são ultra inteligentes
6º Ceará – 1,1% dos estudantes são ultra inteligentes
7º Piauí – 1% dos estudantes são ultra inteligentes
8º Bahia – 0,7% dos estudantes são ultra inteligentes
9º Paraíba – 0,6% dos estudantes são ultra inteligentes
10º Santa Catarina – 0,4% dos estudantes são ultra inteligentes
11º Minas Gerais – 0,4% dos estudantes são ultra inteligentes
12º Rio Grande do Sul – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
13º Mato Grosso do Sul – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
14º Rio de Janeiro – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
15º Sergipe – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
16º Goiás – 0,3% dos estudantes são brilhantes
17º Mato Grosso – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
18º Tocantins – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
19º Maranhão – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
20º Pernambuco – 0,2% dos estudantes são ultra inteligentes
21º Amazonas – 0,2% dos estudantes são ultra inteligentes
22º Rondônia – 0,1% dos estudantes são ultra inteligentes
23º Roraima – 0,1% dos estudantes são ultra inteligentes
24º Acre – 0,1% dos estudantes são ultra inteligentes
25º Pará – 0% dos estudantes são ultra inteligentes
26º Amapá – 0% dos estudantes são ultra inteligentes
27º Alagoas – 0% dos estudantes são ultra inteligentes

Sobre o teste
Os desempenhos se referem aos seguintes grupos no Pisa:

Muito alto (ultra inteligentes - níveis 5 e 6)
Alto (nível 4)
Regular (níveis 2 e 3)
Baixo (Nível 1 ou abaixo disso)
Em casos de empate, venceram os estados com menor percentual de alunos de desempenho baixo.

Fonte: Cidadeverde.com

quarta-feira, 23 de julho de 2014

CNPq concede mais bolsas PIBIC para UESPI

Por Jhayson Phillipe – ASCOM/UESPI
Após avaliação dos relatórios enviados pela UESPI, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, decidiu contemplar a UESPI com mais 3 bolsas de pesquisa do PIBIC – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica. No relatório constam informações como resultados do Seminário de Iniciação Científica promovido e informações sobre o processo seletivo dos bolsistas, dentre outras.
Com estas novas bolsas a UESPI passa a ter 58 bolsas PIBIC-CNPq. Somam-se a estas, 120 bolsas PIBIC-UESPI e mais 10 referentes a Ações Afirmativas. 30% das bolsas PIBIC-UESPI são destinadas aos alunos ingressantes através do sistema de cotas.
O Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Diógenes Buenos Aires, destacou o significado do acréscimo de bolsas para a UESPI. “Em princípio é pouco, mas o que torna essa ação significativa é que enquanto algumas universidades perdem, nós estamos ganhando. Essa bonificação se deve ao cumprimento de todas as exigências do programa e ao envolvimento dos professores e alunos com a iniciação científica”, declarou.
O PIBIC visa apoiar a política de Iniciação Científica desenvolvida nas Instituições de Ensino e Pesquisa no Brasil, por meio da concessão de bolsas de Iniciação Científica (IC) a estudantes de graduação integrados na pesquisa científica. A cota de bolsas de é concedida diretamente às instituições, e estas são responsáveis pela seleção dos projetos dos pesquisadores orientadores interessados em participar do Programa.

Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398
Fonte: UESPI

terça-feira, 22 de julho de 2014

Lactose, glúten, amendoim: por que estamos mais alérgicos?

Pouco se ouvia falar de intolerância e alergia alimentar no passado, mas hoje essas duas palavras estão em toda parte, dando sinais de que essas reações se tornaram uma epidemia. Alimentos até pouco tempo considerados saudáveis se tornaram vilões e são proibidos no cardápio de adultos que muito se fartaram deles no passado. Uma mudança crescente que levanta várias questões: por que estamos cada vez menos tolerantes a alguns alimentos? Por que estamos desenvolvendo cada vez mais alergias? Como podemos nos tornar alérgicos a um alimento que consumíamos sem problemas no passado? Quem mudou, os alimentos ou nosso organismo? Assim como as perguntas, as respostas são muitas. 
- Nas últimas décadas as alergias e intolerâncias alimentares tornaram-se um grande problema no mundo. Embora alguns casos sejam de predisposição genética, essa mudança também está associada à piora da qualidade de vida, estresse, alto consumo de alimentos processados e industrializados, alimentos geneticamente modificados e melhores técnicas de diagnóstico – explica a nutricionista Cristiane Perroni.


COMO SABER SE SOU ALÉRGICO?
Com tantas possíveis causas é preciso fazer uma investigação no sentido contrário. E o primeiro passo é o consultório médico, onde, após um levantamento histórico, o paciente é encaminhado para vários exames.
- Testes cutâneos, avaliação sanguínea, biópsia intestinal e endoscopia, dieta de exclusão e teste de provocação oral estão entre os exames que vão detectar o alimento causador da intolerância ou alergia – elenca Cristiane, que ainda frisa a importância de identificar o tipo de reação.
Conforme a nutricionista, enquanto a alergia alimentar é uma resposta imunológica adversa aos alérgenos (substâncias que podem induzir a uma reação de hipersensibilidade) presentes nas proteínas dos alimentos, a intolerância é uma resposta à ingestão do alimento não envolvendo o sistema imunológico, provavelmente o resultado de uma produção insuficiente ou deficiente (inexistente) de uma enzima digestiva.
ALIMENTOS GENETICAMENTE MODIFICADOS
Nos casos das alergias, os maiores causadores são a predisposição genética (50% dos pacientes com alergia alimentar possuem história familiar de alergia), a introdução precoce de alimentos em bebês no período de desmame e a permeabilidade do sistema digestivo. No entanto, não se pode descartar a culpa dos alimentos geneticamente modificados. A polêmica que envolve esses produtos é grande e ainda não temos um estudo conclusivo sobre a influência deles na saúde. Entretanto, algumas pesquisas indicam que, a mesma tecnologia responsável pelo aumento da produtividade e a redução dos impactos ambientais da agricultura, está associada a vários problemas de saúde como infertilidade, mal de Parkinson, alguns tipos de câncer, e diversos problemas na flora intestinal que podem levar à dificuldade de digerir a lactose e desencadear e/ou agravar transtornos relacionados ao glúten, incluindo a doença celíaca, uma grave desordem autoimune.
Conforme um relatório publicado pela pesquisadora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Stephanie Seneff, e o cientista Anthony Samsel, foram encontrados resíduos de "glyphosate em alguns alimentos," o principal ingredientes do Roundup, o herbicida mais usado no mundo. Esses resíduos seriam os causadores e/ou potencializadores dessas disfunções e doenças.
- Os perigos potenciais dos alimentos geneticamente modificados podem estar associados com toxicidade, alergenicidade, alterações nutricionais e efeitos antinutrientes e a possibilidade remota de transferência horizontal de genes. É preciso uma maior fiscalização de órgãos governamentais para certificar o cultivo seguro, além de uma maior seriedade por parte da indústria na descrição dos ingredientes nos rótulos, pois existem outros produtos alergênicos além dos conhecidos glúten e lactose. Soja, amendoim, nozes e ovos também precisam estar claramente nos rótulos – alerta Cristiane Perroni.
RISCOS DOS ALIMENTOS GENETICAMENTE MODIFICADOS
* Efeitos imediatos de proteínas tóxicas ou alergênicas destes alimentos geneticamente modificados
* Acumulação de herbicidas e seus metabólitos nas variedades e espécies resistentes;
* Transferência horizontal das construções transgênicas para o genoma de bactérias simbióticas tanto de humanos quanto de animais.
PRODUTOS ORGÂNICOS
Na dúvida, a especialista indica a troca de alimentos geneticamente modificados por produtos orgânicos. Recorra a ferinhas e continue de olho nos rótulos, mas tenha em mente os alimentos que mais estão relacionados a alergias alimentares: soja, ovo, nozes, amendoim, lactose, glúten (trigo, aveia, centeio e cevada), crustáceos, peixes. 
Do grupo destacam-se o glúten e a lactose, que ao contrário da febre momentânea que os coloca como vilões das dietas, só precisam ser banidos das refeições de algumas pessoas.
- Com relação ao leite, há que se diferenciar a alergia da intolerância. A alergia ao leite é uma reação com sintomas bem mais severos do que a intolerância e acontece quando a proteína do leite é ingerida. Já a intolerância surge devido ao açúcar do leite. – explica a nutricionista.
Segundo ela, o ser humano para de produzir lactase (a enzima que quebra a lactose na digestão) quando desmama, então é normal que ocorra a rejeição por parte do organismo, o que pode aumentar na medida em que a pessoa envelhece. Já a doença celíaca, ou intolerância ao glúten, geralmente ocorre com indivíduos geneticamente predispostos.
Seja qual for a reação do organismo, ela precisa ser identificada com cuidado para só depois receber tratamento.
- A melhor forma de amenizar os sintomas e tratar o problema da intolerância alimentar é retirar por um tempo o alimento e tratar a flora intestinal, a nossa barreira imunológica – indica Cristiane, que recomenda antes de tudo uma visita a um profissional especializado. 

Fonte: G1

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Escritor Rubem Alves morre de falência múltipla dos órgãos



Às 11h50 deste sábado (19), o escritor Rubem Alves, 80 anos, morreu em decorrência de falência múltipla dos órgãos. Antes disso, ainda nesta manhã, um boletim médico divulgado já dava conta da piora do quadro do pensador por conta de problemas com sua condição circulatória. O velório será realizado às 19h deste sábado na Câmara Municipal de Campinas, interior de São Paulo.
Rubem estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Centro Médico de Campinas. O paciente também já apresentava piora progressiva nas funções renal e pulmonar. Ele deu entrada na unidade médica no dia 10 de julho de 2014 com um quadro de insuficiência respiratória devido a uma pneumonia.
Rubem Alves nasceu na cidade de Boa Esperança, no interior de Minas Gerais, em 15 de setembro de 1933. Foi um pensador de muitas frentes: psicanalista, educador, teólogo e escritor brasileiro, tendo escrito livros e artigos com temas religiosos, educacionais, existenciais e infanto-juvenis. Muitas de suas obras foram publicadas em outros idiomas, como inglês, francês, italiano, espanhol, alemão e romeno.
Bacharel em teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul, em Campinas, Mestre em Teologia e Doutor em Filosofia (Ph.D.) pelo Seminário Teológico de Princeton (EUA) e psicanalista. Lecionou no Instituto Presbiteriano Gammon, na cidade de Lavras, Minas Gerais, no Seminário Presbiteriano de Campinas, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Rio Claro e na UNICAMP, onde recebeu o título de Professor Emérito. 
Após ter ensinado por muitos anos em universidades, abriu um restaurante, já que a culinária era uma de suas paixões e tema de alguns de seus textos. Vivia em Campinas, onde mantinha um grupo, chamado de Canoeiros, que se encontrava semanalmente para a leitura de poesias.
Na cidade do interior paulista se tornou cidadão honorário e recebeu a Medalha Carlos Gomes de contribuição à cultura.

Lista de obras de Rubem Alves

Teologia
Da Esperança
Creio na Ressurreição do corpo
Variações sobre a vida e a morte
Poesia, Profecia e Magia
Pai Nosso
O Poeta, o Guerreiro e o Profeta

Filosofia da religião
O Enigma da Religião
O que é Religião?
Protestantismo e Repressão
Dogmatismo e Tolerância
O Suspiro dos Oprimidos
Perguntaram-me se acredito em Deus

Crônicas
Tempus Fugit
O Retorno e Terno
O Quarto do Mistério
Sobre o tempo e a eterna idade
As contas de vidro e o fio de nylon
Desfiz 75 Anos
Ostra feliz não faz pérola
Transparências da Eternidade

Biografia
Gandhi: A magia dos gestos poéticos

Filosofia da ciência e da educação
Conversas com quem gosta de ensinar
Histórias de quem gosta de ensinar
A alegria de ensinar
Por uma educação romântica
Entre a ciência e a sapiência
Filosofia da Ciência
Fomos maus alunos
A Pedagogia dos caracóis
A Escola com que Sempre Sonhei sem Imaginar que Pudesse Existir

Literatura infanto-juvenil
A árvore e a aranha
A história dos três porquinhos
A libélula e a tartaruga
A menina, a gaiola e a bicicleta
A menina e o pássaro encantado
A operação de Lili
A pipa e a flor
A volta do pássaro encantado
Como nasceu a alegria
Estórias de bichos
O patinho que não aprendeu a voar
Os morangos


Fonte: Terra

domingo, 20 de julho de 2014

Matrícula online da UESPI entra em vigor já em 2014.2

Por Jhayson Phillipe – ASCOM/UESPI
A partir do próximo período letivo – 2014.2, a Universidade Estadual do Piauí- UESPI, iniciará a matrícula online para estudantes de Teresina e todos os campi da Instituição.
A tecnologia adotada serve para maior organização e controle das matrículas, um melhor gerenciamento do sistema acadêmico e comodidade do estudante, uma vez que ele poderá fazer sua matrícula de qualquer lugar que tenha acesso a internet.
Para realização do procedimento, é tudo muito simples: basta acessar o link do Aluno Online, que consta no site da Instituição e, ao ter acesso, o aluno deverá clicar na aba “Dados de Matrícula”. Aparecerá um botão “Efetuar Matrícula” que, ao ser clicado, carregará as disciplinas do próximo bloco, automaticamente matriculando o estudante. Um link para o vídeo que explica como realizar o procedimento pela primeira vez encontra-se em “Tutorial”.
As matrículas para o período 2014.2 iniciam-se no dia 30 de julho e se estendem até o dia 1º de agosto. Para que os alunos de todos cursos e todos os campi possam fazer esta matrícula, as coordenações devem ofertar as disciplinas até o dia 25 de julho do corrente ano. Sem isso o aluno só poderá fazer sua matrícula da forma anterior, ou seja, manual e na própria coordenação de curso.
Os estudantes que estiverem com alguma pendência acadêmica não poderão realizar a matrícula de forma online, devendo procurar a Coordenação de seu curso.
A iniciativa do projeto é do Núcleo de Processamento de Dados – NPD junto com a Pró-Reitoria de Ensino e Graduação – PREG.

Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398
Fonte: UESPI

sábado, 19 de julho de 2014

UESPI abre inscrições para cursos de Especialização – 2014.2

A Universidade Estadual do Piauí, através da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação – PROP- UESPI, abre inscrições do Programa de Pós-Graduação “Lato Sensu” para início no 2º semestre de 2014. São 17 cursos de especialização em diversas áreas como Microbiologia, História do Brasil Contemporâneo, Contabilidade, Psicopedagogia, Direito Público, Docência do Ensino Superior e outras. Há Especializações para Teresina – Campi Torquato Neto e Clóvis Moura- e também para as cidades de Picos, Oeiras, Barras e Floriano, somando, ao todo, 835 vagas.
As inscrições serão feitas via internet, no período de 14 de julho até o8 de agosto de 2014. Depois de feita a inscrição, o candidato deverá comparecer à Coordenação do Curso acompanhado dos documentos, conforme solicitado no Edital, para efetivar a inscrição.
Mais informações e no edital completo
Confira a lista dos cursos oferecidos:



Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398
Fonte: UESPI

sexta-feira, 18 de julho de 2014

UESPI terá bolsas Ibero-Americanas para estudantes de graduação: convênio com Banco Santander e ABRUEM

A Universidade Estadual do Piauí (UESPI) será beneficiada com o programa “Bolsas Ibero-Americanas para estudantes de graduação”, resultado de convênio entre o Banco Santander e a Associação Brasileira dos Reitores das Universidades Estaduais e Municipais (ABRUEM). O convênio vai contemplar as universidades associadas a ABRUEM. Essa é a primeira vez que a UESPI terá acesso as bolsas do programa do Banco Santander. A Diretoria de Relações Internacionais (DRI) e a Pró-Reitoria de Ensino e Graduação (PREG) estão trabalhando juntas para a execução do programa.
Lançado em 2011, o Programa de Bolsas Ibero-Americanas objetiva promover o intercâmbio acadêmico anual de estudantes de graduação entre universidades de 10 países da região da Ibero-América: Brasil, Argentina, Espanha, Chile, Colômbia, México, Peru, Portugal, Porto Rico e Uruguai. A bolsa de estudo tem valor equivalente a 3 mil euros por aluno de graduação. Este valor deve ser utilizado como bolsa-auxílio para cobrir custos com transporte, hospedagem e alimentação, já que o curso é um investimento que deve ser concedido como resultado de um acordo estabelecido entre a universidade de origem e a de destino.
O programa de intercâmbio será aberto a todos os cursos da UESPI, tanto da capital,como do interior. O programa terá um prazo de vigência até dezembro de 2015.
A Diretora de Relações Internacionais – DRI/UESPI, Nadja Caetano, falou da importância das bolsas para a UESPI e para os alunos: “Todas essas atividades de internacionalização são importantes. A bolsa é uma garantia que o aluno tem de ter um subsídio para desenvolver atividades em outra instituição, com total suporte”, afirmou. “Com programas como esse a UESPI fortalece o intercâmbio e a possibilidade dos estudantes terem contato com outras realidades, com outros contextos. Assim, a UESPI vai proporcionar ao seu aluno uma nova experiência e, quando esse aluno volta, pode dar uma devolutiva para o curso e para a instituição. Então é importante para todos nós”.

Nadja Caetano: Diretora de Relações Internacionais – DRI/UESPI
Aliada ao Ciências sem Fronteira, o programa de Bolsas Ibero-americanas para estudantes de graduação, é mais uma ação importante de mobilidade internacional para os estudantes da UESPI.
em breve será divulgado o edital com todas as informações para inscrição e seleção para as bolsas.

Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398
Fonte: UESPI