segunda-feira, 28 de julho de 2014

PIBID/UESPI inicia oficinas de Ortografia e Semântica e Leitura de gêneros Textuais

O Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência do Ensino Superior da Universidade Estadual do Piauí (PIBID/UESPI), realiza de 23 a 31 de julho duas oficinas com os temas: “Ortografia e Semântica” e “Leitura de Gêneros Textuais”. As oficinais são uma exigência da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) que, em parceria com a UESPI, oferece aprendizado aos futuros docentes.
A professora de Letras Português de São João do Piauí, Raimunda Ferreira Gomes, ministrou a oficina Leitura de Gêneros Textuais, que procura desenvolver possibilidades de aprimorar as diferentes formas de leitura de textos, baseando-se em estratégias de compreensão tantos verbais, como lúdicas e semióticas. “É uma forma de diagnosticar as dificuldades de leitura. Estamos promovendo atividades de diferentes tipos para trabalhar essas dificuldades que se acumulam com as novas formas de comunicação que se apresentam e com a dinâmica da vida de cada estudante”.


A professora Raimunda Ferreira Gomes ministrou a oficina Leitura de Gêneros Textuais no Campus Poeta Torquato Neto-Teresina

“Essas oficinas são úteis a medida que nos direcionam para a forma de se comunicar, aprimorando recursos tanto de comunicação como de leitura de texto, somando ao aprendizado dos alunos que têm muitas perguntas na sala de aula”, pontua a discente do V período de História, Ana Karoline.


Estudante de História, Ana Karoline: o benefício das oficinas

A Coordenadora Institucional do PIBID, Elilian Basílio e Silva, diz que esse é um momento de reflexão da língua escrita e falada, já que os alunos serão futuros professores e, como formadores, têm que ter um conhecimento completo, não apenas da área de cada um, como também de outros campos em que estejam envolvidos. “A CAPES priorizou o uso da norma culta, em parceria com a universidade, para os 840 estudantes do PIBID/UESPI. Esperamos que seja um momento de descoberta. Nossa preocupação é procurar profissionais que possam contribuir com a qualidade de conhecimento dos alunos como um todo”, diz.

Coordenadores na sede do PIBID/UESPI, Campus Poeta Torquato Neto

As oficinas acontecem concomitantemente em 9 campi da UESPI: em Teresina (Torquato Neto e Clóvis Moura), Campo Maior, Priripiri, Parnaíba, São Raimundo Nonato, Floriano, Oeiras e Picos. São cerca de 28 professores envolvidos nas oficinas e no total são 1018 bolsas oferecidas pelo programa.

Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398
Fonte: UESPI

domingo, 27 de julho de 2014

Os festejos de Canto do Buriti, é o melhor do sul do estado do Piauí.

           No mês de julho, são comemoradas as festividades de Canto do Buriti, um período muito importante para cidade e para seus munícipes. É comemorado os festejos de Nossa Senhora Sant'Ana a padroeira da cidade, neste período a cidade recebe centenas de visitantes e familiares que moram em outras cidades. São nove dias de reza, que inicia dia 17 e termina dia 26. No dia 25 os motoristas realizaram uma carreta para serem abençoados pelos padres. No dia 26 os festejos de Sant'Ana encerrou com os fiéis caminhando em procissão pelas ruas da cidade até a Igreja Matriz localizada no centro da cidade a qual ganhou novos vitrais o que chamou bastante atenção dos moradores e visitantes que postaram fotos da igreja de Canto do Buriti nas redes sociais. 


Nossa Senhora Sant'Ana, Padroeira de Canto do Buriti - PI.
Igreja Matriz no centro de Canto do Buriti - PI.

Fiéis rezando na Igreja Matriz no centro de Canto do Buriti - PI.

Igreja Matriz no centro de Canto do Buriti - PI.

Encerramento do novenário na Igreja Matriz no centro de Canto do Buriti - PI.


Dia 22 de julho de 2014 Grupos da igreja católica organizaram um show com o Padre Fábio de Melo, o qual foi considerado o melhor show do ano pelos Canto-buritienses. 


Fonte: ICB





sábado, 26 de julho de 2014

Programa Inova Talentos gera sete vagas para bolsas no Piauí

O Inova Talentos é um programa do IEL Nacional – Instituto Euvaldo Lodi, promovido em parceria com o CNPq, que tem como objetivo ampliar o número de profissionais qualificados em atividades de inovação no setor empresarial brasileiro. Visa desenvolver projetos de inovação nas empresas e institutos privados de PD&I – Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação -, qualificar profissionais para a execução de projetos de inovação no ambiente empresarial e ofertar, aos futuros talentos, vivência empresarial para melhor atuação profissional no mercado.


Na segunda chamada do programa, o Piauí teve seis empresas com propostas aprovadas gerando uma demanda para seleção de sete bolsistas nas seguintes áreas: Ciências da computação, Nutrição, Engenharia da produção, Engenharia Mecânica e Engenharia de Alimentos.
Podem se inscrever no programa graduandos que estejam no último ano da graduação, graduados que tenham terminado o curso há menos de 3 anos e mestres. Os valores das bolsas são de: R$ 1.500,00 (para graduandos de último ano); R$ 2.500,00 (para graduados) e R$ 3.000,00 (para mestres). As inscrições vão até o dia 13 de agosto. Além da experiência profissional, os profissionais selecionados terão acesso a cursos de capacitação de escolas internacionais.
Segundo os promotores do programa, o Inova Talentos é uma oportunidade para os profissionais iniciarem suas carreiras em uma empresa estruturada, que valoriza o capital humano, a competitividade e a inovação. Para participar os candidatos devem inscrever seu currículo lattes no portal do Inova Talentos (www.inovatalentos.com.br) e ao final da inscrição responder o desafio proposto no projeto. Para maiores informações entre em contato com o Núcleo de Inovação do IEL-PI, através do email: inovacaopiaui@iel-pi.com.br ou telefone: 3218-3000, ramal: 273.
Cronograma de seleção:
Período de inscrição: 16/07/14 à 13/08/14
Análise dos currículos lattes inscritos no site: 14/08/14 à 15/08/14
Entrevistas: 18/08/14 à 22/08/14.
As entrevistas serão realizadas na sede do IEL – PI, com os candidatos convocados a partir da seleção dos currículos lattes, nos locais indicados a seguir:
Em Teresina: Av. Ind. Gil Martins, 1810 Bairro Redenção Edifício Albano Franco , 2o andar sala 01.

Em Parnaíba: Rua Riachuelo, 455, centro, Parnaíba.

Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398
Fonte: UESPI

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Curso de Matemática da UESPI vai realizar III SEMAT

Por Mônica Rosa
Despertar o interesse pela pesquisa, complementar as atividades extras do currículo e oferecer atividades de caráter acadêmico – minicursos, palestras e oficinas – são objetivos da Semana de Matemática da Universidade Estadual do Piauí – UESPI. O evento é realizado pelo Centro Acadêmico do Curso de Matemática – CAMAT, UESPI, Campus Torquato Neto e se encontra na terceira edição. As inscrições começam dia 25 de agosto e vão até o dia 05 de setembro na Sala do Centro Acadêmico. O evento tem o apoio do Centro de Ciências da Natureza (CCN) e da Pró-Reitoria de Extensão, Assuntos Estudantis e Comunitários (PREX).
Para se inscrever, os interessados devem apresentar documento com foto e efetuar pagamento da taxa de R$ 20,00 para estudantes e R$ 30,00 para profissionais. As inscrições para apresentação de trabalho também estão abertas e podem participar do evento estudantes da UESPI e de outras IES.
A Semana acontecerá de 16 a 19 de setembro. Uma das organizadoras do evento, a aluna do 6° período de matemática, Amazônia Vyda, explicou a importância da Semana: “O objetivo da III Semana de Matemática é aprimorar o conhecimento dos alunos e trazer professores e alunos de outras instituições para a UESPI”.
A palestra de abertura do evento será ministrada pelo Prof. Dr. Levi Lopes Lima, da Universidade Federal do Ceará (UFC), que tem experiência na área de Matemática, com ênfase em Geometria Diferencial, atuando principalmente nos seguintes temas: hipersuperfícies r-mínimas, geometria riemanniana, problema de Yamabe, desigualdades isoperimétricas e relatividade matemática.
Confira a lista de outros palestrantes já confirmados para a III Semat: 
Prof. Me. Helder Rocha (IFPI)
Prof. Me. Alessandro Wilk (UESPI)
Prof. Dr. Pedro Júnior (UESPI)
Prof. Me. Edivan Luz
Prof. Aldemar Santos
Prof. Me. Mauro Clarck (UESPI)
Prof. Me. Felipe Mesquita
Prof. Dr. Paulo Santos (UFPI)
Prof. Dr. Arnaldo Brito (UESPI)
Prof. Dr. Ezequias Esteves (IFPI)
Prof. Me. José de Arimatéia (UESPI)
Prof. Marcelo Sá
Prof. Dr. Isaías de Jesus (UFPI)
Prof. Dra. Valdirene de Sousa (UESPI)
Prof. Dr. Kelton Bezerra (UFPI)
Prof. Mr. Anderson Fabian (UESPI)
Prof. Nazareno Fonteles
Em breve será divulgada a programação completa do evento.

Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Piauí se destaca como 7º Estado do país com mais “ultra inteligentes”

O resultado do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), divulgado nesta sexta-feira (18), confirmou o que há muito se sabia no Piauí: somos destaque quando o assunto é educação. O Estado ficou em 7º lugar na pesquisa com maior número de alunos considerados ultra inteligentes.



Essa “linha” de estudante, dentro da realidade brasileira, são os que apresentam maior porcentagem do que a OCDE, grupo de nações ricas, chama de “top perfomers” no Pisa, teste internacional de educação. Assim, 1 em cada 100 estudantes no Piauí entram nesta categoria quando se trata de matemática.
Confira também
Segundo a OCDE, os “top performers” são capazes de “desenvolver e trabalhar com modelos de situações complexas, e trabalhar estrategicamente usando habilidades amplas, bem desenvolvidas de pensamento e raciocínio”.
Uma realidade cotidiana para apenas 0,8% dos estudantes brasileiros, na média. São, assim, uma exceção em um país onde quase 70% dos estudantes têm performance baixa e conseguem fazer apenas o elementar.
Para estar no topo, os alunos precisaram se situar entre os níveis 5 e 6 – o último - no Pisa 2012. Um dos mais importantes testes comparativos internacionais, ele é feito por alunos com cerca de 15 anos. No Brasil, quase 20 mil fizeram o teste nesta última edição.
Ficará triste, porém, quem comparar qualquer um dos números vistos nas imagens a seguir com a elite internacional. A categoria dos ultra inteligentes chega a 40% dos alunos de Singapura, 30,9% da Coreia do Sul e entre 15 e 25% em nações como Alemanha e Finlândia.


Veja a lista com Estados e seus resultados:

1º Espírito Santo – 2,2% dos estudantes são ultra inteligentes
2º Paraná – 1,8% dos estudantes são ultra inteligentes
3º Rio Grande do Norte – 1,8% dos estudantes são ultra inteligentes
4º Distrito Federal – 1,4% dos estudantes são ultra inteligentes
5º São Paulo – 1,1% dos estudantes são ultra inteligentes
6º Ceará – 1,1% dos estudantes são ultra inteligentes
7º Piauí – 1% dos estudantes são ultra inteligentes
8º Bahia – 0,7% dos estudantes são ultra inteligentes
9º Paraíba – 0,6% dos estudantes são ultra inteligentes
10º Santa Catarina – 0,4% dos estudantes são ultra inteligentes
11º Minas Gerais – 0,4% dos estudantes são ultra inteligentes
12º Rio Grande do Sul – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
13º Mato Grosso do Sul – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
14º Rio de Janeiro – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
15º Sergipe – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
16º Goiás – 0,3% dos estudantes são brilhantes
17º Mato Grosso – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
18º Tocantins – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
19º Maranhão – 0,3% dos estudantes são ultra inteligentes
20º Pernambuco – 0,2% dos estudantes são ultra inteligentes
21º Amazonas – 0,2% dos estudantes são ultra inteligentes
22º Rondônia – 0,1% dos estudantes são ultra inteligentes
23º Roraima – 0,1% dos estudantes são ultra inteligentes
24º Acre – 0,1% dos estudantes são ultra inteligentes
25º Pará – 0% dos estudantes são ultra inteligentes
26º Amapá – 0% dos estudantes são ultra inteligentes
27º Alagoas – 0% dos estudantes são ultra inteligentes

Sobre o teste
Os desempenhos se referem aos seguintes grupos no Pisa:

Muito alto (ultra inteligentes - níveis 5 e 6)
Alto (nível 4)
Regular (níveis 2 e 3)
Baixo (Nível 1 ou abaixo disso)
Em casos de empate, venceram os estados com menor percentual de alunos de desempenho baixo.

Fonte: Cidadeverde.com

quarta-feira, 23 de julho de 2014

CNPq concede mais bolsas PIBIC para UESPI

Por Jhayson Phillipe – ASCOM/UESPI
Após avaliação dos relatórios enviados pela UESPI, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq, decidiu contemplar a UESPI com mais 3 bolsas de pesquisa do PIBIC – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica. No relatório constam informações como resultados do Seminário de Iniciação Científica promovido e informações sobre o processo seletivo dos bolsistas, dentre outras.
Com estas novas bolsas a UESPI passa a ter 58 bolsas PIBIC-CNPq. Somam-se a estas, 120 bolsas PIBIC-UESPI e mais 10 referentes a Ações Afirmativas. 30% das bolsas PIBIC-UESPI são destinadas aos alunos ingressantes através do sistema de cotas.
O Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação, Diógenes Buenos Aires, destacou o significado do acréscimo de bolsas para a UESPI. “Em princípio é pouco, mas o que torna essa ação significativa é que enquanto algumas universidades perdem, nós estamos ganhando. Essa bonificação se deve ao cumprimento de todas as exigências do programa e ao envolvimento dos professores e alunos com a iniciação científica”, declarou.
O PIBIC visa apoiar a política de Iniciação Científica desenvolvida nas Instituições de Ensino e Pesquisa no Brasil, por meio da concessão de bolsas de Iniciação Científica (IC) a estudantes de graduação integrados na pesquisa científica. A cota de bolsas de é concedida diretamente às instituições, e estas são responsáveis pela seleção dos projetos dos pesquisadores orientadores interessados em participar do Programa.

Fonte:
Assessoria de Comunicação - UESPI
ascom.uespi@gmail.com
(86) 3213-7398
Fonte: UESPI

terça-feira, 22 de julho de 2014

Lactose, glúten, amendoim: por que estamos mais alérgicos?

Pouco se ouvia falar de intolerância e alergia alimentar no passado, mas hoje essas duas palavras estão em toda parte, dando sinais de que essas reações se tornaram uma epidemia. Alimentos até pouco tempo considerados saudáveis se tornaram vilões e são proibidos no cardápio de adultos que muito se fartaram deles no passado. Uma mudança crescente que levanta várias questões: por que estamos cada vez menos tolerantes a alguns alimentos? Por que estamos desenvolvendo cada vez mais alergias? Como podemos nos tornar alérgicos a um alimento que consumíamos sem problemas no passado? Quem mudou, os alimentos ou nosso organismo? Assim como as perguntas, as respostas são muitas. 
- Nas últimas décadas as alergias e intolerâncias alimentares tornaram-se um grande problema no mundo. Embora alguns casos sejam de predisposição genética, essa mudança também está associada à piora da qualidade de vida, estresse, alto consumo de alimentos processados e industrializados, alimentos geneticamente modificados e melhores técnicas de diagnóstico – explica a nutricionista Cristiane Perroni.


COMO SABER SE SOU ALÉRGICO?
Com tantas possíveis causas é preciso fazer uma investigação no sentido contrário. E o primeiro passo é o consultório médico, onde, após um levantamento histórico, o paciente é encaminhado para vários exames.
- Testes cutâneos, avaliação sanguínea, biópsia intestinal e endoscopia, dieta de exclusão e teste de provocação oral estão entre os exames que vão detectar o alimento causador da intolerância ou alergia – elenca Cristiane, que ainda frisa a importância de identificar o tipo de reação.
Conforme a nutricionista, enquanto a alergia alimentar é uma resposta imunológica adversa aos alérgenos (substâncias que podem induzir a uma reação de hipersensibilidade) presentes nas proteínas dos alimentos, a intolerância é uma resposta à ingestão do alimento não envolvendo o sistema imunológico, provavelmente o resultado de uma produção insuficiente ou deficiente (inexistente) de uma enzima digestiva.
ALIMENTOS GENETICAMENTE MODIFICADOS
Nos casos das alergias, os maiores causadores são a predisposição genética (50% dos pacientes com alergia alimentar possuem história familiar de alergia), a introdução precoce de alimentos em bebês no período de desmame e a permeabilidade do sistema digestivo. No entanto, não se pode descartar a culpa dos alimentos geneticamente modificados. A polêmica que envolve esses produtos é grande e ainda não temos um estudo conclusivo sobre a influência deles na saúde. Entretanto, algumas pesquisas indicam que, a mesma tecnologia responsável pelo aumento da produtividade e a redução dos impactos ambientais da agricultura, está associada a vários problemas de saúde como infertilidade, mal de Parkinson, alguns tipos de câncer, e diversos problemas na flora intestinal que podem levar à dificuldade de digerir a lactose e desencadear e/ou agravar transtornos relacionados ao glúten, incluindo a doença celíaca, uma grave desordem autoimune.
Conforme um relatório publicado pela pesquisadora do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Stephanie Seneff, e o cientista Anthony Samsel, foram encontrados resíduos de "glyphosate em alguns alimentos," o principal ingredientes do Roundup, o herbicida mais usado no mundo. Esses resíduos seriam os causadores e/ou potencializadores dessas disfunções e doenças.
- Os perigos potenciais dos alimentos geneticamente modificados podem estar associados com toxicidade, alergenicidade, alterações nutricionais e efeitos antinutrientes e a possibilidade remota de transferência horizontal de genes. É preciso uma maior fiscalização de órgãos governamentais para certificar o cultivo seguro, além de uma maior seriedade por parte da indústria na descrição dos ingredientes nos rótulos, pois existem outros produtos alergênicos além dos conhecidos glúten e lactose. Soja, amendoim, nozes e ovos também precisam estar claramente nos rótulos – alerta Cristiane Perroni.
RISCOS DOS ALIMENTOS GENETICAMENTE MODIFICADOS
* Efeitos imediatos de proteínas tóxicas ou alergênicas destes alimentos geneticamente modificados
* Acumulação de herbicidas e seus metabólitos nas variedades e espécies resistentes;
* Transferência horizontal das construções transgênicas para o genoma de bactérias simbióticas tanto de humanos quanto de animais.
PRODUTOS ORGÂNICOS
Na dúvida, a especialista indica a troca de alimentos geneticamente modificados por produtos orgânicos. Recorra a ferinhas e continue de olho nos rótulos, mas tenha em mente os alimentos que mais estão relacionados a alergias alimentares: soja, ovo, nozes, amendoim, lactose, glúten (trigo, aveia, centeio e cevada), crustáceos, peixes. 
Do grupo destacam-se o glúten e a lactose, que ao contrário da febre momentânea que os coloca como vilões das dietas, só precisam ser banidos das refeições de algumas pessoas.
- Com relação ao leite, há que se diferenciar a alergia da intolerância. A alergia ao leite é uma reação com sintomas bem mais severos do que a intolerância e acontece quando a proteína do leite é ingerida. Já a intolerância surge devido ao açúcar do leite. – explica a nutricionista.
Segundo ela, o ser humano para de produzir lactase (a enzima que quebra a lactose na digestão) quando desmama, então é normal que ocorra a rejeição por parte do organismo, o que pode aumentar na medida em que a pessoa envelhece. Já a doença celíaca, ou intolerância ao glúten, geralmente ocorre com indivíduos geneticamente predispostos.
Seja qual for a reação do organismo, ela precisa ser identificada com cuidado para só depois receber tratamento.
- A melhor forma de amenizar os sintomas e tratar o problema da intolerância alimentar é retirar por um tempo o alimento e tratar a flora intestinal, a nossa barreira imunológica – indica Cristiane, que recomenda antes de tudo uma visita a um profissional especializado. 

Fonte: G1